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O Índice de Preços ao Consumidor nos EUA atingiu 8,6%, com os números de maio excedendo as expectativas de inúmeros economistas.

O “IPCA dos EUA” (Consumer Price Index CPI) acaba de chegar ao maior patamar desde dezembro de 1981, ou seja, o mais alto em quatro décadas.

Mas, conforme notado pelo investidor e CEO da Compound no Twitter, a taxa de juros na década de 80 estava em 13%, enquanto hoje está abaixo de 1%. Isso significa que o poder de compra dos consumidores, mesmo que tenham o saldo aplicado em renda fixa, está diminuindo muito mais rapidamente.

IPCA dos EUA e a taxa de juros americana. Fonte: Charlie Bilello/YCharts

Embora o índice revela uma média, cada categoria de produtos sofre de forma diferente à pressão inflacionária. O custo de moradia e aluguel subiu 0,6% em maio, o aumento mensal mais significativo desde março de 2004. Os índices de energia e gasolina aumentaram 3,9% e 4,1%, respectivamente, após uma queda em abril.

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Mas qual a inflação de verdade?

Alguns economistas divergem sobre a definição de inflação, resultando em uma diferença entre inflação de preços e inflação monetária. O conceito de inflação definido pelo aumento da base monetária destaca de maneira mais eficiente qual é a causa do fenômeno do aumento de preços.

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Este é um bom momento para perceber isso e refletir sobre o assunto, já que apenas nos últimos dois anos a oferta monetária de dólares aumentou em 40%. E, embora o Fed tenha afirmado repetidamente que “a inflação” era “temporária”, os economistas austríacos – que culpam a expansão monetária pelo aumento de preços – alertaram que o Fed estava errado.

Para conter o aumento nos preços, o Banco Central americano está aumentando as taxas de juros e desacelerando a compra de ativos, mas não tem sido o suficiente. Para o mercado financeiro, isso acaba aumentando a preocupação em relação a ativos de risco como ações, fundos de investimento e até criptomoedas.

No entanto, do ponto de vista austríaco, ativos como ouro e bitcoin que, diferente de moedas fiduciárias como dólar e real, são verdadeiramente escassos, podem servir como uma proteção à inflação. Mas o bitcoin, por estar sofrendo um bear market mais amplo, está em queda de 46% desde o início do ano e o ouro, como ativo tradicional e consolidado, está em alta de 3% desde janeiro.

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