O desconhecido provoca medo. O medo provoca repulsa. A repulsa provoca a atitude passivo-agressiva. Traduzindo: a ignorância de um tema, e isso é visível em toda a história da civilização, costuma gerar atitudes extremas de destruição do objeto sobre o qual se têm poucas referências.
Isso é um mecanismo de defesa que faz sentido até certo ponto, mas não em um mundo globalizado, de informações fartas e abundantes que estão saltitando em toda e qualquer url que você se der ao trabalho de clicar e realmente ler.
Mas onde raios eu quero chegar?
No temor apavorante da imprensa com o bitcoin e seus derivados (outros criptoativos). Acusações de bolha, “coisa de bandido”, deep web, crimes digitais e semelhantes são recortes, bastante imprecisos, que prejudicam um ecossistema e alimentam uma rede de sensacionalismo e, consequentemente, medo coletivo.

Bitcoin é bolha? Entenda por que não


Repito: a ignorância gera medo. E a modificação do status quo gera um pânico em quem teme sair da zona de conforto.
A imprensa, que se presta em muitos momentos ao desserviço do sensacionalismo, costuma se esbaldar no conforto de enviesar para o negativo o que pouco conhece, ao invés de correr atrás de conteúdo de qualidade e que possa trazer respostas.

Blockchain sim, Bitcoin não – Julgamento equivocado


A escolha arbitrária de dados e estatísticas, além de manchetes tendenciosas, colabora para que essa bolha se torne aconchegante.
O caso Escola Base é emblemático como referência do poder destrutivo de vidas, carreiras e empreendimentos que a imprensa pode ter, sem apuração completa de uma situação.
“Bitcoin é bolha?”, “Veja como bitcoin destrói seu computador”, “Bitcoin nas mãos de criminosos”, “Sequestradores exigem bitcoin como pagamento”, “Vítimas caem em golpes em bitcoin”, “Gasto de energia do bitcoin pode quebrar a internet” são frases, manchetes enviesadas, sem precisão e que mostram apenas um cenário – o negativo – diante do universo e possibilidades que uma nova economia tem por oferecer.

O Bitcoin não vai destruir o meio ambiente


Audiência boa é audiência qualificada: que recebe o que quer ler ao clicar em uma matéria. Audiência a qualquer custo pode pagar algumas contas, mas vem alto custo de credibilidade. E esse preço não vale a pena.


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