Em publicação desta segunda-feira (26), economistas do Fundo Monetário Internacional (FMI) alertaram os países contra a adoção do Bitcoin como moeda nacional.

Seus economistas renomados, Tobias Adrian e Rhoda Weeks-Brown, argumentam que a adoção generalizada do Bitcoin pode levar à instabilidade macroeconômica em um post recente.

Eles argumentam que as empresas teriam que gastar recursos significativos para integrar uma criptomoeda em vez de se concentrar em coisas produtivas. Além disso, os preços flutuariam muito devido ao alto nível de volatilidade do Bitcoin.

Adrian e Rhoda Weeks-Brown também apontam para crimes e fraudes generalizados no mercado de criptomoedas:

“Famílias e empresas podem perder riqueza por meio de grandes oscilações de valor, fraudes ou ataques cibernéticos. Embora a tecnologia subjacente aos criptoativos tenha se mostrado extremamente robusta, podem ocorrer falhas técnicas. No caso do Bitcoin, o recurso é difícil porque não existe um emissor legal.”

A sustentabilidade ambiental também estava entre as principais preocupações levantadas pelo FMI em publicação no blog oficial.

El Salvador, uma nação tropical da América Latina, tornou-se o primeiro país a adotar o Bitcoin como moeda oficial ao lado do dólar americano.

No entanto, o FMI – que está negociando um empréstimo de US$ 1 bilhão para El Salvador – foi rápido em criticar a medida.

De acordo com uma pesquisa recente, 96% dos empresários salvadorenhos se opuseram à aceitação obrigatória do Bitcoin e protestos foram conduzidos no país.

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