Enquanto tentava se esquivar de qualquer culpa, o Ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que não vai apresentar para os deputados os detalhes e os números da offshore que mantém em paraíso fiscal. 

Depois de vários adiamentos, Guedes foi à Câmara dos Deputados prestar esclarecimentos sobre investimentos em paraísos fiscais. Em audiência conjunta das comissões do Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP) e de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC), o ministro negou conflito de interesses. 

Ele admitiu ontem que abriu offshore para preservar o patrimônio, porque os impostos cobrados nos Estados Unidos seriam muito altos. 

Os deputados cobraram do ministro da Economia a apresentação de todos os dados e documentos referentes à offshore.

O FIM DO REAL BANNER

Guedes respondeu que “as respostas e os números estão todos disponíveis para as instâncias pertinentes”.

“Os senhores têm que ver também que existe uma coisa que se chama privacidade. Os senhores gostariam de ‘olha, como vocês são legisladores, quando entrar aqui, vocês têm que abrir tudo’? Aí você pode ser perseguido por um vizinho, você pode ser assaltado por um vizinho, entendeu?”

Guedes emendou:

“Eu abri tudo, eu abri tudo, eu abri tudo. Para as instâncias pertinentes. O que estou dizendo é que eu não posso chegar aqui agora e falar, senhores, olhem aqui, mídia, Brasil, vejam tudo o que eu tenho, quem eu tenho. Não pode ser assim. É só isso, está certo?”

O dilema ministerial gerou controvérsias, já que a existência do artigo 5º do Código de Conduta da Alta Administração Federal proíbe funcionários do alto escalão de manter aplicações financeiras, no Brasil ou no exterior, passíveis de ser afetadas por políticas governamentais.

Para escapar desse beco sem saída, Guedes disse que as oscilações do câmbio não estão relacionadas à política econômica conduzida por ele, “mas aos fatos políticos e à pandemia”. Na avaliação do ministro, o mecanismo offshore é um “investimento absolutamente legal”.

Entretanto, se o alto escalão da administração federal busca formas de diminuir a exposição ao real brasileiro, o recado que fica é que todos deveriam considerar fazer o mesmo. Em audiência recente, o deputado Kim Kataguiri, que já admitiu comprar bitcoin, ironizou e disse que “também manteria meu patrimônio fora num país onde o ministro é Paulo Guedes”.

Mas, se você for mais inteligente que o ministro, considere investir em uma moeda que vai proteger seu patrimônio da desvalorização do real e do dólar. Afinal, o próprio ministro da Economia admitiu que “quem tem um pouco de dólar não escapou da perda patrimonial“.

Queda do real frente ao bitcoin desde 2015 até hoje (-99,62%).

Fato é: independentemente do ministro da Economia, sabemos que as moedas fiduciárias não duram para sempre. Então, se você está realmente preocupado com a situação do país e suas economias, não deixe de participar das lives do FIM DO REAL.

Será uma série gratuita de três transmissões ao vivo, que acontecerão nos dias 2, 3 e 4 de dezembro, onde o CEO do Cointimes, Isac Honorato, vai explicar tudo o que você precisa saber sobre a próxima revolução monetária.

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