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Após analisar fatores como inflação, rendimento de títulos e preços do petróleo, o JPMorgan escolheu as melhores e piores apostas em ações globais.

A equipe de analistas da empresa, liderada por Mislav Matejka, identificou várias tendências para os próximos meses após um primeiro semestre volátil – que viu a Rússia invadir a Ucrânia, a inflação crescente, e as taxas de juros da Reserva Federal dos EUA (FED), todas elas contribuindo para um recuo no mercado.

As pesquisas sugerem que a relação risco/recompensa fundamental para as ações provavelmente está melhorando à medida que nos aproximamos do segundo semestre, já que a radicalidade da FED “passou potencialmente de pico,” porém “unida por um provável pico na inflação.”

O JPMorgan está otimista em relação aos setores de mineração, bancos, automotivos e viagens. A empresa também concorda com o Morgan Stanley sobre as oportunidades no setor da eletricidade.

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As ações beneficiárias, segundo as pesquisas do JPMorgan, incluem as empresas de energia ENI e Repsol, a empresa automotiva Volvo, as empresas financeiras Credit Suisse e BNP Paribas, e as mineradoras Glencore, Anglo American e Rio Tinto.

A JPMorgan também escolheu 40 “ações europeias de alto rendimento sustentável, com dividendos seguros e balanços sólidos.” Incluídas nessa lista estão as montadoras de automóveis Stellantis e Mercedes-Benz, as empresas financeiras Aviva e Danske Bank, e as empresas industriais Maersk e Randstad.

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As ações que estão recuando, devido à inflação crescente, incluíram as empresas de bens de consumo Unilever e Diageo, bem como as empresas de saúde AstraZeneca e Novartis.

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