• Evento BitSampa 2022 contou com a presença de grandes nomes e marcas do mercado de criptomoedas brasileiro.
  • Muitas palestras, painéis de discussão e networking com 2.000 pessoas presentes.

O evento

BitSampa 2022 é um evento idealizado por Felipe Escudero do canal BitNada que reuniu 18 expositores que trabalham com diferentes soluções e produtos para o mercado de criptomoedas no Brasil.

No dia 26 de março, um sábado, mais de 2.000 pessoas se reuniram para discutir, aprender mais sobre este universo e se relacionar com outras pessoas que possuem o mesmo interesse. Foram aproximadamente 1.600 pagantes e 400 convidados, enchendo o terceiro andar da Expo Center Norte em São Paulo, capital.

Expositores na Bitsampa 2022

KriptoBR, Bitso, Liqi, Ripio, Bitcointrade, 2GO Fintech, Fort Exchange, CoinEx, Ribus, Neologica, InvestTax, Mercurius Crypto, Paxful, O2 Research, Cripto Planet, FTX, OWS Brasil e Ledn.

Cobertura Cointimes para a BitSampa 2022

O anfitrião Felipe Escudero abriu o evento falando sobre confiscos de dinheiro na história da humanidade, começando com o Fernando Collor – no Brasil; Corralito na Argentina; Chipre, no Chile; Grécia de 2014-2015; Canadá e Rússia de 2022.

Com isso ele apresentou aos convidados a realidade de um sistema monetário frágil e a necessidade do Bitcoin e das Criptomoedas para o indivíduo.

“O único dinheiro inconfiscável que você pode ter na carteira é a criptomoeda”, disse Escudero.

Na sequência, a jornalista e especialista em criptomoedas Flávia Jabur assumiu o microfone como mediadora e passou a apresentar os demais palestrantes e painéis no auditório da Expo Center Norte em São Paulo.

Jorge Barboza, da Bitso Brasil, deu “6 dicas para voar alto em cripto”:

  • Pesquise antes de comprar e entenda os fundamentos;
  • Segurança em primeiro lugar;
  • Tenha uma gestão de acordo com seu perfil de risco;
  • Fique atento aos golpes mais comuns;
  • Use serviços adequados ao seu conhecimento;
  • Faça parte de algo maior.

No painel de segurança foram tratados temas relevantes para aumentar a segurança do investidor e do usuário de criptomoedas e começou de forma descontraída, como um pegadinha por JR (Jefferson Rondolfo), onde ele perguntou quantos no auditório possuíam bitcoin, quando mais da metade levantou as mãos e receberam um leve “puxão de orelha” do painelista.

“O princípio básico da segurança é nunca dizer que você tem BTC”; explicou.

Foi discutido o erro recorrente de envio de criptomoedas para endereços de outras redes, causados principalmente por desatenção e falta de informação sobre o funcionamento das carteiras.

Quando o assunto passou para o uso das hardware wallets (carteiras frias através de hardware – como Trezor ou Ledger Nano), se levantou que em sua opinião, quando a compra da carteira representa entre 2-5% do patrimônio cripto do investidor, já vale a pena fazer a compra e buscar mais segurança.

No painel de inovação tecnológica foi discutido sobre Metaverso, Web3 e Tokenização.

Com muito foco para o mercado de jogos NFTs, sua importância como gerador de rendas e também a tokenização de ativos físicos, como bens imóveis.

Foi falado também que o metaverso trará uma nova experiência para toda a humanidade, onde ele fará parte do nosso dia-a-dia e inclusive será a porta de acesso para quase todas as interações sociais.

Quando os painelistas questionaram a audiência sobre quem já teve experiência com óculos imersivos, apenas 20% levantaram as mãos.

Na segunda parte do evento, Flávia Jabur assumiu como palestrante e trouxe uma apresentação sobre análise fundamentalista dos ativos, ressaltando a importância de que as pessoas façam investimentos conscientes, que tenham sentido para elas, em produtos financeiros com propostas reais de soluções.

Cátia Azenha veio direto de Portugal, sem cobrar cachê para falar sobre a revolução do Bitcoin e trouxe exemplos de países e cidades que têm se unido à esta revolução. Como El Salvador, Lugano, Miami e as escolas de ensino médio na Flórida que darão aulas sobre criptomoedas.

No Painel DEFI tivemos grandes discussões sobre o que significa a indústria de finanças descentralizadas e como ela também tem um forte papel revolucionário no mercado e na vida das pessoas.

Segundo Orlando, da Mercurius, Ethereum permite criar escassez digital para qualquer coisa e o DeFi é a primeira aplicação prática de usabilidade da blockchain além da reserva de valor.

De acordo com Caio Rodrigues, da MakerDao Brasil, vestindo uma camiseta do BAYC:

“O DEFI permite que a lei da oferta e da demanda voltem a regular os juros e a rentabilidade do mercado”; diferente da regulação coercitiva por meio dos decretos e leis, do mercado dominado pelos bancos centrais e entidades reguladoras.

“DEFI é sobre transparência e autorregulação, sem intermediários”. Concluiu.

O evento de forma geral foi muito positivo e esperamos ansiosos pela próxima edição do BitSampa!

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