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A Security Exchange Comission (SEC), um órgão do governo federal dos Estados Unidos ,revelou em corte que o Telegram recusou compartilhar dados financeiros de clientes que participaram da compra de sua criptomoeda.


Leitura rápida:

  • A SEC requer dados bancários de clientes que compraram o Token Gram
  • SEC pediu dados como quanto dinheiro cada participante gastou e como o Telegram investiu o dinheiro
  • Graças a ação, o Telegram adiou o lançamento da rede

Enquanto o Facebook/Whatsapp planejava lançar sua própria moeda, o aplicativo de mensagem Telegram já estava vendendo um token e criando um blockchain próprio, a Telegram Open Network (TON).

Após conseguir arrecadar US$1,7 bilhões em uma venda privada da futura criptomoeda, o Telegram foi intimado pela SEC. Contudo, como é revelado em documentos judiciais, o Telegram se recusou a ceder os documentos requeridos pela organização:

“Os réus agora estão se recusando a divulgar os registros bancários sobre como gastaram os US $ 1,7 bilhão que levantaram dos investidores nos últimos dois anos e para responder a perguntas sobre a disposição dos fundos dos investidores”.

Segundo o Telegram, a SEC não tem autoridade para requerer os documentos, visto que após a criação da criptomoeda GRAM, ela será uma moeda e/ou commodity. Portanto, ficando fora da alçada do órgão regulador.

Graças a ação da SEC, o lançamento que estava previsto para dia 31 de outubro de 2019 foi adiado para 30 de abril de 2020.

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