O Bitcoin segue batendo recordes de valorização no ano de 2019, com uma alta acumulada de mais de 240% ao longo do ano. Só nos últimos 3 meses, o criptoativo subiu mais de 232%, o que mostra uma valorização extremamente rápida.

No Brasil, o Bitcoin já está sendo cotado a mais de R$ 50.000 em algumas corretoras. Deve-se notar também um aumento do volume negociado. No exterior, ele já está sendo negociado a mais de US$ 13.000 dólares, o maior preço desde Janeiro de 2018.

O interesse por Bitcoin no Brasil está nos níveis mais altos em 1 ano, mas ainda está distante do que foi observado na alta de 2017, segundo o Google Trends.

No entanto, o interesse do público de varejo voltou a subir, o que pode nos levar de volta à fase de “mania”.

As altcoins estão desvalorizadas em relação ao Bitcoin, o que mostra pouco interesse em projetos alternativos e um aumento da dominância da principal moeda digital no mercado. Atualmente, o Bitcoin possui mais de 60% de dominância da capitalização.

A alta é sustentável?

A valorização aconteceu muito rapidamente e, normalmente, o preço do Bitcoin corrige após esses movimentos de alta. A volatilidade anualizada da criptoativo é de mais de 63%, o que mostra que ele está sujeito e grandes variações de preço em um curto espaço de tempo.

Até o momento, grande parte dessa subida é racional. Já existem relatos do mercado OTC de que investidores institucionais já estariam acumulando Bitcoins há muito tempo, tanto que isso foi descolado de qualquer euforia de público de varejo.

A correção poderá começar no momento em que entrarmos na fase de “mania”, onde ocorre a entrada do conhecido “dumb money”. Esses acontecimentos costumam machucar novos investidores e provocar uma grande correção.

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