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Com a divulgação do IPCA de maio, Brasil é o país com a quarta maior alta de preços do G20 e quem plantou cenoura um ano atrás, se deu bem. Entenda.

Quarta maior inflação do G20

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é considerado como a métrica oficial de inflação no país, apesar de não medir a inflação em si, mas sim o aumento de preços de alguns produtos pré-selecionados, vendidos à uma população de renda específica.

De qualquer forma, é uma maneira fácil de ver parte dos efeitos causados por uma política monetária irresponsável por parte do Banco Central, que arbitrariamente injeta mais dinheiro na economia para pagar programas políticos, sustentar uma elite de servidores públicos com altos salários e resgatar corporações da falência, entre outros usos menores como programas sociais.

De acordo com os novos aumentos divulgados pelo IBGE, e segundo o gráfico do Poder360, o Brasil ocupa a quarta posição de países do G20 que mais sofreram com o aumento geral de preços, com 12,1% de aumento acumulado nos últimos 12 anos no IPCA.

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quarta maior inflação do g20

Ficando atrás apenas da Rússia, que está vivendo uma situação de guerra, que normalmente faz os preços internos dispararem por necessidade de investimento militar; da Argentina que está vivendo uma crise financeira altamente destrutiva no país, após anos de más decisões administrativas e corrupção; e da Turquia que vive em um regime autoritário que, por exemplo, proibiu o Wikipedia no país.

Cenoura, o melhor ativo em 12 meses

De acordo com Jeff Nascimento, no Twitter, o alimento que mais viu seu preço aumentar foi a cenoura, sofrendo uma alta de 150,3% nos últimos 12 meses.

Se compararmos, por exemplo, com o desempenho do preço do Bitcoin (BTC), que perdeu -25,42% no mesmo período, plantar cenoura poderia ter sido um investimento mais rentável neste curto prazo.

Bitcoin em 1 ano

Claro que isso é apenas uma brincadeira, para ilustrar o quão séria é a situação financeira do Brasil e a perda gigantesca de valor da nossa moeda local, o Real (BRL).

Produtos de necessidade básica, que podem ser plantados com facilidade e servem para alimentar milhões de famílias no país já estão sendo duramente afetados pela máquina de dinheiro infinita dos governos.

A migração monetária para soluções descentralizadas, que não estão sujeitas ao controle de poucos em detrimento de muitos é uma necessidade que pode ser interpretada como indispensável para a sobrevivência humana.

As criptomoedas como o BTC – e tantas outras que ajudam a solucionar o mesmo problema – oferecem um sistema inflacionário programado, previsível e que não pode ser alterado de forma arbitrária. Criptomoedas como a Nano (XNO), possuem inflação igual a zero, sendo que novas unidades nunca mais serão emitidas.

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