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Em uma live no YouTube, João Canhada, CEO da Foxbit, e Felipe Trovão, CSO da empresa, responderam perguntas sobre o que esperar do halving de 2020, onde foi percebido muito otimismo da empresa em relação a principal criptomoeda.

Uma das perguntas foi sobre a expectativa de que o Bitcoin ultrapassaria sua alta histórica de R$ 72 mil, e a resposta de João Canhada foi a seguinte:

“Acredito, o problema é quando. Definitivamente nessa década. Acredito que nos próximos 10 anos, sem dúvida, vai superar 72 mil. Estou muito otimista para 2021.

No entanto, o CEO da Foxbit lembrou que isso não era uma recomendação de compra, e sugeriu cautela aos investidores. De fato, a euforia pode ser traiçoeira no mercado.

No início da live Canhada pontuou que dois topos notáveis, o de US$ 1.000 em 2013 e os US$ 19.800 em 2017, aconteceram não durante o evento, mas de 12 a 15 meses pós-halving.

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Apesar de que olhar para o passado e acreditar que vai se repetir no futuro não faz sentido, existe um certo otimismo de que o Bitcoin suba 10 vezes do último topo histórico. Ou seja, muitos acreditam que a cotação venha a atingir os US$ 198.000.

Os vários fatores que impactam a precificação

Após a previsão, o CEO da Foxbit reconhece que existem outros fatores que impactam a precificação da criptomoeda, como a crises na China por causa do coronavírus.

Como CEO de uma das maiores exchanges do Brasil, ele também percebeu uma grande euforia dos clientes:

“Dentro da Foxbit, novos clientes com perfil de investidor, cara que dá baixa na aplicação do banco X e entra comprando bitcoin, coisa que eu não via desde 2017″.

Ao ser perguntado sobre como o halving impactou o preço no passado, Trovão afirmou que o evento sempre gera muita expectativa.

Existem as expectativas positivas e as pessimistas, segundo Trovão, enquanto alguns esperam uma euforia nos preços, outros acham que a redução na recompensa dos mineradores pode levar a rede ao fim.

No entanto, esse pensamento pessimista é errado, pois apesar da queda ser prejudicial para alguns mineradores individualmente, a rede como um todo não sofre com o evento.

Se o poder de mineração cai, o protocolo está preparado para ajustar a dificuldade de mineração para baixo para os blocos serem descobertos na mesma frequência de antes. Tudo continua funcionando normalmente, tenha a rede 1 mil ou 1 milhão de mineradores.

Se o Bitcoin subir absurdamente, como ficam as microtransações?

Bom, segundo Trovão, a resposta tem a ver com relâmpagos. A Lightning Network permite microtransações de bitcoins por taxas ínfimas, e portanto, pode resolver diversos problemas.

Se o Bitcoin de repente tem uma cotação de 100 milhões de reais, isso significaria que cada satoshi, a menor unidade de bitcoin, valeria 1 real. O que tornaria absolutamente inviável pequenas transações.

Desconsiderando que se o Bitcoin chegasse a esse nível, a conjuntura econômica provavelmente teria mudado e o Real talvez não fizesse mais sentido, ainda sim seria possível realizar microtransações com Bitcoin.

Como a Lightning realiza transações, não por meio do blockchain, mas por contratos inteligentes, é possível até subdividir os satoshis em ainda mais unidades, tornando o Bitcoin mais divisível.

Mas quando terá Lightning na Foxbit? De acordo com Trovão, depende da evolução da tecnologia, apesar da empresa já ter alguns full nodes rodando a LN para testes, a tecnologia ainda está em fase beta.

Outros temas como renda variável, aprender a tecnologia na prática e pirâmides financeiras utilizando bitcoins foram abordados na live, você pode assisti-la por completo aqui:

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