A Região Autônoma da Mongólia Interior, é um território chinês muito usado por mineradores de bitcoin devido ao seu clima ameno e energia barata, pelo menos até ontem.

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Um documento recente emitido pelo governo local, mostra a suspensão de 21 empreendimentos de mineração que eram qualificados para atuar no “centro de comercialização de energia elétrica”.

Em outubro de 2019, o número de membros do mercado de energia atingiu 1.820, reduzindo assim o custo de consumo de energia das empresas em 30,01 bilhões de yuans chineses. O mercado de comércio multilateral permite que os fornecedores e consumidores de energia relevantes determinem o preço da eletricidade de uma forma mais flexível, o que é diferente do preço unificado do país.


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De acordo com fontes locais, a energia pode ficar 30% mais cara para os mineradores da região.

Políticas diferentes em cada região

Diferente dessa região, a área de Sichuan (capital da mineração de bitcoin no mundo) tem incentivado os mineradores a consumirem a energia adicional vinda da estação chuvosa.

Mas isso levanta dúvidas sobre o futuro da mineração na China, principalmente com o fim das chuvas e a necessidade de fornecer energia barata para a recuperação das indústrias chinesas.

Em geral, há uma tendência positiva para legalização das criptomoedas em alguns setores. Um dos exemplos positivos nessa direção é a Rede de Blockchain da China (BSN), uma rede apoiada por grandes empresas e pelo governo chinês para facilitar e controlar o desenvolvimento com blockchain.


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