Consumidores dos EUA estão gastando mais, comprando menos e tomando mais empréstimos para financiar a presente onda de gastos involuntários.

De acordo com números divulgados pelo Departamento do Censo norte-americano, vendas no varejo durante o mês de março foram 7% mais altas do que em março de 2021, mas graças à inflação, o poder aquisitivo diminuiu.

Segundo o WolfStreet, março de 2021 foi um mês muito difícil financeiramente, mesmo com o estímulo econômico fornecido pelo governo, mas a população conseguiu superá-lo. Essa superação não parece estar acontecendo agora, por conta da inflação desenfreada.

Os preços altos da gasolina foram responsáveis pela maior parte do aumento nas vendas, enquanto os consumidores recuaram em outras áreas. As vendas on-line caíram pelo segundo mês consecutivo, registro que ocorreu pela primeira vez em mais de um ano.

Aumento de gastos no varejo costuma ser bom sinal

O aumento de vendas no varejo supostamente indica que os consumidores são capazes de gastar dinheiro, mas esse pensamento é ilusório.

Pagar mais e comprar menos não ajuda a sustentar uma economia, porque em um ambiente de inflação alta, o aumento das vendas no varejo é diferente. Os gastos estão ocorrendo involuntariamente, a população norte-americana está gastando mais em um esforço para acompanhar preços e suprir suas necessidades.

Em outras palavras, só porque as vendas aumentaram no valor final, não significa que as pessoas estejam adquirindo mais coisas. Elas estão comprando menos e pagando preços mais caros

Isso está acontecendo em diversos segmentos de varejo, e é possível observar o aumento dos preços em categorias individuais nos dados do Índice de Preços ao Consumidor (IPC):

O IPC para bens duráveis aumentou 17,4% em março, mesmo com uma queda mensal de 0,9% – isso aconteceu graças a uma queda acentuada nos preços de veículos usados.

O IPC para bens não duráveis aumentou 3,8% em março, 13,1% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Para poder acompanhar o aumento dos preços, os norte-americanos estão optando pelo uso de cartões. O crédito rotativo, principalmente pelas dívidas com cartão de crédito, aumentou em 20,7% em fevereiro. Isso ajudou a financiar um aumento de 0,8% nas vendas de varejo no mesmo mês.

Tendo em vista que a Reserva Federal (FED), sistema de bancos centrais dos Estados Unidos, está aumentando os custos de empréstimo, o futuro econômico do país está sob ameaça. Parece impossível que consumidores sobreendividados sejam capazes de continuar pagando estes preços elevados.
Como resultado, as poupanças estão se esgotando – e o crédito é limitado. Com isto, a população terá que começar a cortar seus gastos drasticamente para conseguir arcar com o custo crescente das necessidades básicas.

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