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A mudança nos gastos dos consumidores e a desaceleração da economia dos EUA são sinais ameaçadores para a Best Buy, segundo o Bank of America.

A analista Elizabeth Suzuki, que antes via a ação como lucrativa, passou a considerar a Best Buy (BBY) como indiferente, dizendo em uma nota aos clientes que os gastos com eletrônicos podem estar fadados a uma grande correção.

Embora a empresa “espere um declínio em suas vendas,” o Bank of America acredita que “o risco negativo poderia ser uma reversão total para a linha de tendência anterior,” impedindo que a ação se recupere efetivamente.

A Best Buy já sangrou muito este ano, suas ações caíram mais de 30%, com muitos dos danos causados apenas nas últimas seis semanas, uma vez que as ações de varejo caíram junto ao crescimento de preocupações com a desaceleração econômica.

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Segundo Suzuki, “as ações da Best Buy atualmente são negociadas com um índice preço/lucro de cerca de 7x.” Entretanto, se o comportamento de gastos dos consumidores continuar a favorecer as necessidades básicas e os ganhos da BBY retrocederem para níveis pré-COVID, “o índice preço/lucro seria de cerca de 9x.” 

A analista acrescentou ainda que a base de avaliação do Bank of America é de uma meta de preço de US $90, abaixo do valor anterior de $110 por ação.

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