O presidente e CEO da B3, Gilson Finkelsztain, explicou na semana passada que a bolsa brasileira vai se expandir “para o mundo não regulado das criptos” no ano que vem.

Finkelsztain disse que a Bolsa do Brasil pretende oferecer infraestrutura para negociação de criptoativos. “Não é uma bolsa de cripto, mas entrar nesse mercado para oferecer serviços para quem negocia cripto”, afirmou ele.

Durante o evento B3 Day, na sexta-feira passada, a empresa citou algumas estratégias que poderiam ser adotadas para entrar no mercado cripto.

Veja os principais pontos pincelados na apresentação:

  • Tokenização de ativos;
  • Negociação e acesso a centros de liquidez;
  • Custódia de ativos digitais;
  • Facilitação de balcão;
  • Ganhos de eficiência de capital;
  • Cripto as a service.

Segundo informações da Infomoney, a previsão é de que, além disso, a B3 lance um ETF de ativos digitais. No mundo, o Brasil foi pioneiro na aprovação de ETFs de criptomoedas, com fundos lançados pelas gestoras Hashdex e QR Capital.

Vale notar que os ETFs de criptoativos ficaram entre os melhores ETFs da bolsa de valores no ano de 2021, enquanto 8 dos maiores ETFs do Brasil deram prejuízo.

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