Em um painel na Ethereal Virtual Summit, uma conferência virtual, Michael Novogratz, bilionário ex-parceiro do Goldman Sachs, compartilhou esse pensamento com o co-fundador do Ethereum Joseph Lubin e com Angie Lau.

Ele argumentou que o Ethereum é baseado em uma confluência de diferentes casos de uso da blockchain – como finanças descentralizadas, aplicativos corporativos e stablecoins.

A grande quantidade de usuários que a criptomoeda atrai gera um efeito de rede que tende a aumentar exponencialmente. Quanto mais demanda há, mais vale a pena desenvolver em cima da tecnologia.

Novogratz contradiz a crença de que o Ethereum só tem valor porque facilita as ofertas iniciais de moedas (ICOs), uma opinião popular em 2018.

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“Uma das coisas para a narrativa do Ethereum é avaliar o tipo de rede como fazemos com o Facebook – quanto mais efeitos de rede você obtiver, [melhor]. Como fazer o Tether migrar suas moedas para o Ethereum, traz as pessoas que o usam para a rede.”

Mike Novogratz

Como precificar o Ethereum?

Com as criptomoedas, não há demonstrações de fluxo de caixa ou balanços que um investidor possa analisar para obter uma boa noção do seu “valor intrínseco”.

Essa dificuldade faz com que seguidores da teoria de value investing, de Benjamin Graham, como Warren Buffett, não se aventurem pelas criptomoedas.

Mas de acordo com o gerente de fundos de hedge Mike Novogratz, o valor em dólar do Ethereum é baseado no conceito de efeito de rede – que é um conceito econômico de que o valor de uma rede (seja essa tecnologia ou dinheiro) se baseia em quantas pessoas a usam.

Isso pode explicar o marketcap de vinte bilhões que o Ethereum (ETH) possui. Qual a sua opinião sobre o assunto, o Ethereum é tão valioso assim? Deixe nos comentários sua opinião.

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