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A Coinbase Global Inc. está enfrentando uma sonda do governo dos EUA com o objetivo de averiguar se a plataforma permite que cidadãos norte-americanos negociem indevidamente ativos digitais que deveriam ter sido registrados como securities. 

O escrutínio da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) sobre a Coinbase aumentou desde que a plataforma ampliou o número de tokens que oferece para negociações, segundo duas pessoas relacionadas ao assunto, que pediram para não serem identificadas visto que o inquérito ainda não foi divulgado publicamente. 

A decisão federal, de que reguladores norte-americanos deveriam fazer mais para supervisionar o mercado cripto, ficou mais intensa à medida que as moedas digitais caíram de suas altas, apagando centenas de bilhões de dólares em valor de mercado.

O presidente da SEC, Gary Gensler, se reuniu em plataformas de negociação e argumentou que eles deveriam fazer mais para proteger pequenos investidores.

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Saiba mais: Agente federal propõe “livro de regras” para regulamentação de criptoativos nos EUA

A Coinbase permite que norte-americanos negociem mais de 150 tokens e, se esses produtos fossem considerados securities, a empresa poderia precisar ser registrada como uma bolsa de valores junto à SEC. 

Com os problemas recentes, as ações da Coinbase (COIN) caíram cerca de 15%, sendo negociadas a US $56,90 no mercado aberto no momento da redação, o preço de fechamento anterior era de US $67,07.

A sonda da unidade de fiscalização da SEC é anterior às tensões de 21 de julho, quando a SEC investigou a agência, acusando um dos ex-funcionários da empresa de violar suas regras de negociação com informações privilegiadas.

A Coinbase pediu, na semana passada, que a SEC propusesse regras mais claras. Nenhuma outra informação foi divulgada.

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