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O gigante fundo de investimento, BlackRock, ao lado da gigante das criptomoedas, Coinbase, fazem uma parceria para oferecer acesso às criptomoedas para grandes clientes institucionais através do Aladdin e Coinbase Prime.

Parceria: BlackRock e Coinbase

BlackRock é o maior fundo de investimento privado em gestão de capital de terceiros e, com todo esse dinheiro em seu controle, é, ao mesmo tempo, um centro de polêmicas e um ponto de referência.

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Coinbase foi a primeira exchange de criptomoedas listada na bolsa de valores e também tem sua própria pitada de polêmicas e referência para o mercado, com muitos olhos voltados para suas ações.

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Uma parceria entre a BlackRock e Coinbase promete ser ambas as coisas. Polêmica e referencial.

Aladdin e Coinbase Prime

A parceria se dará através do software de gestão de portfólio da Blackrock: Aladdin; junto do serviço B2B premium da Coinbase: Coinbase prime.

De acordo com uma postagem no blog da Coinbase na quinta-feira (04 de agosto). Os clientes que usam o Aladdin em breve poderão obter acesso direto à criptomoedas por meio do Coinbase Prime.

Entre os produtos oferecidos pela Blackrock e Coinbase estará: negociação de ativos, custódia e aplicações financeiras.

Inicialmente apenas o Bitcoin (BTC) estará disponível.

Institucionais no mercado de criptomoedas

O chefe global de parcerias estratégicas de ecossistemas da BlackRock, Joseph Chalom, disse que os clientes da empresa estão cada vez mais interessados em obter exposição aos mercados de ativos digitais.

Chalom continuou dizendo que: “essa conectividade com o Aladdin permitirá que os clientes gerenciem suas exposições de bitcoin diretamente em seus fluxos de trabalho de gerenciamento e negociação de portfólio existentes para uma visão completa do risco em todas as classes de ativos”.

Nos últimos meses já temos visto um grande número de grandes instituições do mercado tradicional voltando seus olhos e operações para o mercado de criptomoedas.

Com a entrada de Blackrock e Coinbase, é possível com que esse número cresça ainda mais, com mais companhias seguindo o exemplo de referência.

Essa entrada de uma “larga maioria” pode mostrar que a adoção do Bitcoin já parte para uma nova fase da Curva-S de adoções tecnológicas, conforme abordamos neste relatório.

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