À frente da altamente antecipada, e igualmente atrasada, mudança do Ethereum para a prova de participação (PoS), a Cloudflare está preparada para lançar os nodes validadores Ethereum.

O objetivo da empresa de cibersegurança é estudar a eficiência energética, a gestão da consistência e a velocidade da rede PoS como parte de seu compromisso com a sustentabilidade, e para ajudar a “construir uma internet melhor.”

A Cloudflare havia afirmado que estava fazendo testes com a “próxima geração de redes Web3 que estão abraçando a prova de participação,” com  o Ethereum sendo o primeiro na linha para a empresa.

Nesta fase, tudo indica que a fusão e a transição para um mecanismo de consenso PoS está prevista para entrar em funcionamento nos próximos meses, sem mais atrasos, com o Cloudflare observando que isto levará a “melhorias significativas de eficiência energética” para a rede.

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A empresa informou em seu blog que lançará e ativará totalmente os nós validadores Ethereum, com 32 Ether (ETH) necessários por node, durante os próximos meses. Não houve especificação de quantos nodes ou da data de início, entretanto, a Cloudflare informou que vai participar da pesquisa e desenvolvimento da infraestrutura central que ajuda a manter o Ethereum seguro, rápido, e eficiente em termos de uso de energia.

A Cloudflare também alegou que os testes estão relacionados ao seu compromisso com o meio ambiente, ajudando a abrir um caminho “que equilibra a necessidade de reduzir drasticamente o consumo de energia das tecnologias Web3 e a capacidade de dimensionar as redes Web3 por ordens de magnitude.”

A energia necessária para operar um node validador de prova de participação é drasticamente menor que a mineração com prova de trabalho. Estimativas iniciais da Fundação Ethereum indicam que a rede Ethereum inteira poderia usar um total de 2,6 megawatts de energia. Em outras palavras, o Ethereum utilizará 99,5% menos energia após a fusão em comparação com o que utiliza hoje.

A empresa ainda não informou em quais projetos participará em seguida,mas sugeriu outras parcerias “em todas as comunidades de criptografia, Web3 e infraestrutura.”

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