A campanha é chamada de “Moedas Falsas: Golpes cripto,” e procura educar a população sobre os tipos mais comuns de golpes no mercado.

Com uma crescente onda de adoção e utilização de criptoativos no mundo, cada vez mais órgãos governamentais estão se tornando conscientes do mercado, seus casos de uso, seus benefícios e alguns dos golpes que o cercam. 

Alguns governos estão estudando a regulamentação do mercado, e, em alguns países, parte disso significa trabalhar para educar os cidadãos sobre golpes, crimes e as melhores práticas relacionadas a criptomoedas. 

O Ministério do Interior do Uruguai, destinado a garantir a segurança pública do país, apresentou uma nova campanha chamada “Moedas Falsas: Golpes cripto,” lançada em parceria com El Paccto e Cibel@, duas organizações da UE-Latam que lutam contra o crime organizado.

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De acordo com o documento publicado pelo governo, o projeto visa aumentar a conscientização sobre os principais golpes detectados em operações com criptomoedas. Desta forma, cidadãos poderão identificar como as atividades ilícitas são conduzidas e quais os truques utilizados por criminosos.

Além disso, o documento também permite que cidadãos percebam se estão sendo ou se foram vítimas de algum esquema, podendo se informar sobre canais de denúncia.

A campanha utiliza vários projetos e nomes simbólicos de criptomoedas, bem como moedas falsas definidas como golpes, para mostrar ao público latino as diferenças entre um esquema e um projeto legítimo. A campanha também tipifica esses golpes em diferentes tipos, dependendo de seu foco.

Entre os golpes tipificados estão esquemas de falsa identidade, esquemas por sedução, recrutamento em pirâmide, e falsas promoções por e-mail.

O problema de golpes com criptomoedas na América Latina cresceu significativamente com a popularização do mercado em países como Argentina, Brasil e Venezuela. Este tipo de crime foi mencionado como um dos fatores que aceleraram o estabelecimento da regulamentação nesses países. 

No Brasil, o projeto de lei aprovado recentemente pelo Senado Federal modifica o código penal para incluir crimes no mercado de criptoativos, sendo estes denominados como “fraude na prestação de serviços de bens virtuais, títulos ou ativos financeiros.”

Entretanto, além do PL não abranger uma tipificação específica para crimes envolvendo criptomoedas, parece haver pouco movimento por parte do governo para promover a educação do usuário, que seria fundamental para uma melhor e mais ampla adoção de criptomoedas no país.  

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