A Receita Federal dos Estados Unidos já está se preocupando com as criptomoedas privadas e novas tecnologias no Bitcoin, é o que mostra um documento do departamento do tesouro em conjunto com o IRS (Receita Federal).

A divisão criminal da IRS está procurando por ferramentas para monitorar as moedas criptomoedas privadas como Monero, Zcash, Dash, Grin e até mesmo a segunda camada do Bitcoin e do Ethereum.

O órgão busca uma ferramenta que, pelo que sabemos, não existe e com as seguintes qualidades:

1) um protótipo interativo que fornece uma GUI para transações de cluster envolvendo um usuário (semelhante às ferramentas fornecidas por empresas como Chainalysis, CipherTrace, Coinbase e Elliptc, mas com moedas de privacidade e tecnologias de ofuscação);


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2) associação distribuída dos endereços de usuários (indivíduos ou entidades) suspeitos ou conhecidos por estar envolvido em atividades nefastas;

3) fornecer uma biblioteca de endereços de razão distribuídos associados a nomes de usuários envolvidos em atividades nefastas conhecidas ou suspeitas;

4) fornecer OSINT informações / pesquisas sobre usuários identificados,

5) possui um mecanismo para compartilhar pesquisas investigativas
entre investigadores,

6) capacidade de importar / exportar dados investigativos em vários formatos de arquivo (por exemplo, csv e
jpg); e

7) uma estimativa do custo e retorno do investimento (ROI).

“O Divisão Criminal é responsável por investigar possíveis violações criminais das leis de impostos, lavagem de dinheiro e sigilo bancário dos EUA e crimes financeiros relacionados. A CI é líder global em investigações criminais cibernéticas envolvendo criptomoeda e vários ativos digitais.” afirma o documento

A agência governamental, no entanto, deixa claro que a requisição é meramente informativa e não necessariamente demonstra um comprometimento no desenvolvimento de qualquer solução.

Falta de participantes?

Provavelmente a IRS não verá muitos concorrentes no rastreamento de algumas moedas. Apesar da Chainalysis conseguir monitorar Bitcoin, Bitcoin Cash e até mesmo Zcash e Dash, não existe uma solução de análise para a Lightning do Bitcoin e muito menos para a criptomoeda Monero.

Inclusive, recentemente, o ISIS trocou o Bitcoin por Monero para proteger a privacidade das doações da organização terrorista. A criptomoeda é vista até mesmo para o Ministério das Finanças Alemão como mais perigosa e disruptiva que o Bitcoin.

O Monero já é a segunda criptomoeda mais usada em darkmarkets e o principal par com BTC em exchanges descentralizadas como  a Bisq. 

No Brasil, a XMR continua ganhando espaço e recentemente foi adicionado à corretora de origem chinesa NovaDax no par Real (BRL).


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