Apesar de o coronavírus (Covid-19) ser menos letal do que doenças similares identificadas no passado, seu potencial de estrago econômico é muito pior.

Segundo estudo da Bain & Company, o custo do novo vírus pode ultrapassar US$ 70 bilhões (500 bilhões de yuans) para a China, o que indica uma redução de até 0,5% do PIB, superior à de todos os surtos anteriores. O PIB chinês já vem em declínio desde 1991.

A Bain também ressalta a expectativa de queda, pelo menos no curto prazo, nas exportações com efeito cascata global. 

As empresas multinacionais precisarão compensar as lacunas nas compras e manufatura da China e até de fornecedores externos à China que dependem de seus produtos”, diz.

O Banco da China estima que o impacto a curto prazo nas exportações custará US$ 30 bilhões, destaca o estudo.


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O atual surto já matou mais de 1.700 pessoas (grande parte na China), segundo último relatório da OMS, divulgado nesta segunda-feira (17) e contaminou ao menos 70 mil em 24 países.

Danos econômicos

Apesar de ainda o surto não estar controlado, o número de contaminações registradas diariamente na China está crescente.

Como autoridades da China e do mundo mobilizam seus recursos para conter o custo humano do novo surto de pneumonia por coronavírus, muitas empresas estão apenas começando a avaliar os efeitos econômicos.

A China representa mais de 16% do PIB global e desempenha um papel crítico em muitas cadeias de suprimentos globais, como o Brasil. A China é o principal destino das exportações brasileiras, segundo o Indicador de Comércio Exterior (Icomex), da Fundação Getulio Vargas (FGV), com 27,8% dos produtos exportados pelo Brasil.

Embora seja muito cedo para ter certeza de quão severos serão os custos financeiros do coronavírus na China e no mundo, as pesquisas e a experiência da Bain demonstram que, para as empresas, uma abordagem de esperar para ver, é frequentemente a ação mais prejudicial em tempos incertos.

Bitcoin pode ser seu porto seguro

As negociações com criptomoedas têm sido altamente voláteis e, mesmo após sua última alta, permanecem bem abaixo da maior alta de todos os tempos no final de 2017, quando um Bitcoin valia cerca de R$ 70.000,00 reais.

Enquanto o coronavírus, que foi oficialmente nomeado Covid-19, é considerado um fator de sua última onda de alta, recentemente, o principal driver a curto prazo é atribuído principalmente ao próximo evento “denominado halving“, onde os pagamentos para mineradores do bitcoin é cortado pela metade, em maio

A última vez que a oferta foi cortada pela metade, em 2016, os preços do bitcoin dobraram e depois subiram para um recorde no ano seguinte.

Se o bitcoin continuar subindo, isso pode reacender os debates sobre se o bitcoin é dinheiro”, disse Russ Mold, diretor de investimentos da AJ Bell, uma empresa que fornece plataformas de investimento on-line

E continuou…

“Isso, por sua vez, alimenta a discussão sobre se vale a pena considerar o investimento como parte de um portfólio equilibrado em tempos de crise.

O potencial de entrada das criptomoedas no mainstream como uma alternativa amplamente aceita aos métodos de pagamento tradicionais, como cartões de crédito, foi prejudicado pela sua volatilidade, mas não hedge (um mecanismo importante para proteger investidores e garantir menos riscos para suas aplicações em tempos de crises).

Juntando todos esses acontecimentos do coronavírus, e o eminente halving do bitcoin, causou uma fuga para o dólar americano, que chegou ao patamar de R$ 4,38 no Brasil.

Isso demonstra o temor dos investidores em relação ações e títulos de dívidas, e faz do bitcoin um ativo raro e escasso assim como ouro, por conta da sua mineração e sua oferta limitada além de ser um ativo longe do domínio governamental.

No Brasil, apesar de dados negativos de investidores saindo do país, por conta dos cortes da Selic, isso não tem afetado a confiança dos brasileiros em relação as suas economias, pelo menos antes do carnaval.


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